terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Visita de Estudo ao Museu da Música

O nosso grupo foi, no dia 25 de Novembro, à visita de estudo no Museu da Música. Aqui fica a planificação e o respectivo relatório. Visita este museu ! :)

Planificação:

 Local: Museu da Música (Estação de Metro Alto dos Moinhos)
Responsável pela visita: Vitor Palma 
Dia: 25-11-2010 (5ª feira)
Hora: 10:30 às 11:40
Actividades: apresentação de PowerPoint "Fonógrafo até ao Mp3" e visita livre ao museu
Porquê o Museu da Musica: Escolhemos este museu porque era o que mais tinha a ver com o nosso trabalho e, portanto, pensámos que seria uma actividade importante para postarmos no nosso Blog e para termos um documento fotográfico no nosso portefólio.
Objectivo da visita para o grupo e para a turma no âmbito de Área de Projecto: Ficar a conhecer todos os suportes de música ou de gravação de música até ao MP3 (actividade do Fonógrafo) e ficar a conhecer melhor este museu que tem como tema o nosso projecto – a música – para, assim, descobrirmos o que podemos aprender com o que nos oferece, e como o conhecimento que vamos adquirir pode contribuir para o nosso projecto.
O que esperamos desta visita: Conhecer os suportes de música até ao MP3 e conhecer um pouco da história da música, através de instrumentos.



 Relatório:
Nesta visita, ocorreram duas actividades: uma apresentação em PowerPoint e a visita livre ao Museu. Nessa apresentação de Vítor Palma, intitulada “Do Fonógrafo ao MP3”, ficámos a conhecer a evolução dos aparelhos de reprodução musical, que vamos agora relatar.
No começo foi-nos explicada a ciência que estuda as músicas produzidas pelos povos (etnomusicologia), que se iniciou com a invenção do fonógrafo (primeiro em 1857, por Leon Scott, que simplesmente gravara sons; e depois em 1877, por Thomas Edison, que melhorou o aparelho de modo a também reproduzir os sons que gravava). Edison foi assim a primeira pessoa a conseguir reproduzir no fonógrafo a sua gravação de um exerto do poema “Mary Had a Little Lamb” (Mary Tinha um Pequeno Cordeiro). Ests instrumento era composto por um cilindro, onde se enrolava um rolo que permitia a escrita e a leitura do som. Esse cilindro estava ligado a um diafragma, e este ligado a um compêndulo que possibilitava a reprodução do som gravado.
            Em 1881, Charles Tainter inventou o grafofone, que gravava e reproduzia o som num disco (já era um avanço relativamente ao rolo, pois era mais leve e fácil de transportar). No entanto, não se conseguia copiar os sons gravados. Foi só seis anos depois (1887), com Emile Berliner e o seu melhorado grafofone (que deu o nome de gramofone), que se conseguiu copiar músicas gravadas nos discos (feitos de vulcanite de borracha dura e produzidos pela Victor Talking Machine Company).
            Uns anos mais tarde, em 1913, Thomas Edison rendeu-se também ao sucesso dos discos, produzindo-os em plástico artificial. Em Portugal, os primeiros discos gravados apareceram em 1910, e como no resto do mundo, o principal género gravado era o Clássico, assim como uma série de outro tipo de gravações não musicais (anedotas, estórias, discursos, etc). A partir de 1917 começou-se a gravar outros géneros musicais, como o Jazz (1917), o Blues (1925) e música tradicional (o Fado, por exemplo, em Portugal).
            Em 1928, Fritz Pfleumer inventou a fita magnética que, depois em 1931, foi utilizada no gravador de fita, produzido primeiro pela empresa alemã BASF. As novidades relativamente ao disco eram as possibilidades de gravar nos dois lados da fita, e de alterar o som gravado (cortando a parte que não se desejava e depois unindo as duas pontas com uma cola especial). Nascia assim a edição musical, que se expandiu principalmente nos Estados Unidos da América, a partir de 1951, com Max Grundig.
            Todos estes aparelhos tinham uma limitação de gravação de cerca de 2 minutos, o que influenciava a duração das músicas (por exemplo, Stravinky começou a fazer músicas com essa duração de modo a serem melhor reproduzidas). Quando o gravador de fita deu lugar à cassette/K7, produzida pela empresa Philips em 1963 e que tinha uma capacidade de gravação de 30 a 45 minutos, deu a liberdade da produção de músicas quase sem limite de duração.
              Depois da cassette, houve uma explosão de novas formas de gravação e reprodução musical, com:
·         O walkman, para cassete, produzido pela empresa Sony em 1979;
·         O Compact Disc (CD), por volta de 1980, invenção conjunta da Sony e da Philips, com uma capacidade maior gravação e reprodução (74 minutos);
·         A Digital Audio Tape (DAT), em 1986;
·         A Alexis Digital Audio Tape (ADAT) (parecido com a cassette VHS) em 1991;
·         O Mini Disk (mini CD regravável só da Sony), em 1992;
·         O Super Audio Disc, em 1999;
·         O Digital Video (ou Versatile) Disc Audio (DVD Audio), no mesmo ano, com a incrível capacidade de 240 minutos.
Todos os novos aparelhos de audição musical a partir do CD tinham a mesma capacidade deste, e fizeram parte da chamada Revolução Digital.
            No inicío do século XXI ocorreu uma nova revolução, mais uma vez na maneira de se ouvir música: apareceu, em 2001 e com a marca da Apple, o IPOD. Tem um tamanho apropriado para se carregar no bolso, uma capacidade para no mínimo até 20 horas de música, estando esta sempre em formato digital (MP3). Em 2005 e 2006 apareceram as versões IPOD Nano e IPOD Shuffle..

Depois da apresentação, fizemos a visita livre ao Museu. Este apresentava os instrumentos divididos por tipos (cordas, sopro, percurssão, teclados, etc), com as mais diversas origens, quer geográficas (China, Tailândia, França, Portugal, Itália…), quer temporais (desde o século XVI até mais ou menos a actualidade). Aproveitámos para tirar várias notas e fotografias, que com certeza vão ser uma grande ajuda para o desenvolvimento do projecto.

Elaborado por Mª da Paz, Simoneta V. e Rita M.

                   

sábado, 13 de novembro de 2010

Post Introdutório

Boa tarde a todos! Este é o 1º post do blog oficial do projecto Gostos Musicais na Juventude Actual. Trago-vos hoje vídeos (inspiracionais). Espero que gostem!

Começamos com os japoneses Yoshida Brothers, que são profissionais de shamisen (um instrumento  tradicional japonês de 3 cordas):




De seguida, ainda no Japão, os Tachibana Taiko Group (tocaram cá na FIL de 2008, e novamente em 2010 (Museu do Oriente e Jardim Calouste Gulbenkian). São uns dos grupos mais famosos de tambores (taiko=tambor) tradicionais japoneses, quer no seu próprio país, quer no resto to Mundo!:

Na FIL 1:

Na FIL 2:

No Jardim Calouste Gulbenkian:



Agora passamos para a Alemanha!, com o violinista mais rápido do Mundo (até ao momento):



Voamos mais um pouco para Norte e paramos na Grã-Bretanha, com uma menina que sabe "yodelar":



Viramo-nos para Oeste e estamos nos Estados Unidos da América!, com o baterista mais novo do mundo (com 6 anos actualmente, 4 no vídeo):


E é tudo por hoje. Brevemente postarei mais vídeos.

Rita M.